Um polvo por dentro, ponto a ponto
Clique em qualquer número do diagrama para ver o que é aquela estrutura, o que ela faz e por que existe. O esquema é estilizado, não uma prancha de dissecção: a intenção é situar cada parte e mostrar como elas se conectam. Cada ponto leva ao texto completo sobre o assunto.
Esquema ilustrativo em proporções livres. Órgãos internos representados de forma simplificada para facilitar a leitura.
Por que esse corpo é tão diferente do nosso
Sem esqueleto, sem limite de forma
Não existe osso, cartilagem ou concha interna em um polvo. Os músculos trabalham contra a própria água que contêm, num arranjo chamado hidrostato muscular. É o mesmo princípio da nossa língua e da tromba do elefante, levado ao extremo.
Molusco, apesar das aparências
Cefalópodes são parentes de caramujos e mexilhões. O manto, que nas ostras produz a concha, aqui virou um saco muscular de propulsão. O pé do molusco deu origem aos braços e ao sifão.
Um bico define o limite do corpo
Como a única peça rígida é o bico, qualquer fresta maior que ele é passagem possível. Isso explica tanto as fugas de aquário quanto o hábito de se enfiar em conchas, garrafas e cascos de naufrágios.
Textos que detalham o diagrama
Cada estrutura tem um artigo por trás, com o contexto que não cabe em um painel lateral.